Não tenho dado notícias, porque ao contrário de antes do Natal, em que a sensação de novidade permanente me inspirava a escrever acerca de tudo e de nada, agora são poucas as coisas que me apetece contar-vos.
Já estabeleci uma rotina, já me sinto habituada ao sítio, já nem tenho tanta vontade de correr todas as festas e eventos e estou muito mais virada para o interior e para o aprofundamento da minha paz mental. Sinto-me feliz ainda, talvez ainda mais do que antes e continuo a ter aquela sensação de deslumbramento por estar aqui a fazer o que faço, mas a excitação que me corria nas veias está muito mais controlada. Ir a casa no Natal contribuiu muito para isso, mas não é fácil explicar-vos porquê. Tal como disse num post anterior, ajudou-me a relativizar uma série de coisas na minha cabeça e a focar-me muito mais nos meus objectivos.
O meu francês melhorou mais um pouquinho e já consigo ter conversas mais longas do que 5 minutos, mas ainda preciso de melhorar muito e por isso vou começar um curso de nível intermédio no início de Fevereiro.
Troquei as aulas do Friskis-Svettis por aulas de Yoga num centro budista. Pensei muito no assunto e concluí que apesar do Friskis-Svettis ser baratinho e eficaz a manter a forma física, o que eu queria mesmo desde que cá cheguei era praticar yoga ou tai-chi ou qualquer outra actividade física que além de exercitar o corpo também exercitasse a mente. O preço no centro budista era de 90 euros por cada 11 lições (o que já é bastante barato comparado com outros locais), mas eu aleguei que estou a fazer trabalho voluntário e que tenho pouco dinheiro e como estas lições não têm um propósito puramente comercial mas são também para o benefício das pessoas, o professor aceitou fazer-me um preço especial de 65 euros. Já fui a 2 lições e estou a adorar. Na 1ª vez não percebi metade do que o professor dizia (é tudo em francês), não consegui aguentar-me nem metade do tempo a fazer certas posturas e não havia meio de acertar com o ritmo da respiração, mas à 2ª vez já fui bem sucedida em tudo isso, o que me deu confiança para continuar.
De resto, não há grandes novidades.
Está um frio danado, mas não há meio de nevar...
Já estabeleci uma rotina, já me sinto habituada ao sítio, já nem tenho tanta vontade de correr todas as festas e eventos e estou muito mais virada para o interior e para o aprofundamento da minha paz mental. Sinto-me feliz ainda, talvez ainda mais do que antes e continuo a ter aquela sensação de deslumbramento por estar aqui a fazer o que faço, mas a excitação que me corria nas veias está muito mais controlada. Ir a casa no Natal contribuiu muito para isso, mas não é fácil explicar-vos porquê. Tal como disse num post anterior, ajudou-me a relativizar uma série de coisas na minha cabeça e a focar-me muito mais nos meus objectivos.
O meu francês melhorou mais um pouquinho e já consigo ter conversas mais longas do que 5 minutos, mas ainda preciso de melhorar muito e por isso vou começar um curso de nível intermédio no início de Fevereiro.
Troquei as aulas do Friskis-Svettis por aulas de Yoga num centro budista. Pensei muito no assunto e concluí que apesar do Friskis-Svettis ser baratinho e eficaz a manter a forma física, o que eu queria mesmo desde que cá cheguei era praticar yoga ou tai-chi ou qualquer outra actividade física que além de exercitar o corpo também exercitasse a mente. O preço no centro budista era de 90 euros por cada 11 lições (o que já é bastante barato comparado com outros locais), mas eu aleguei que estou a fazer trabalho voluntário e que tenho pouco dinheiro e como estas lições não têm um propósito puramente comercial mas são também para o benefício das pessoas, o professor aceitou fazer-me um preço especial de 65 euros. Já fui a 2 lições e estou a adorar. Na 1ª vez não percebi metade do que o professor dizia (é tudo em francês), não consegui aguentar-me nem metade do tempo a fazer certas posturas e não havia meio de acertar com o ritmo da respiração, mas à 2ª vez já fui bem sucedida em tudo isso, o que me deu confiança para continuar.
De resto, não há grandes novidades.
Está um frio danado, mas não há meio de nevar...


