Para aí há duas semanas fui com a minha mãe ao CCB para o aniversário do Museu Colecção Berardo. Ainda não tinha lá ido e como anunciavam entrada gratuita e festa toda a noite achei que devia aproveitar. Mas afinal era golpe publicitário porque só me deixaram ver a primeira e a última sala do museu - trial-version com limitações...
Mesmo assim foi instrutivo porque, do pouco que vi, pude aperceber-me que, ao contrário das minhas expectativas - de que iria achar tudo demasiado "artístico" (meaning: sem pés nem cabeça, nem ponta por onde se lhe pegasse) - até apreciei grande parte das obras. Mesmo o bizarro espectáculo silencioso de dança moderna em câmara lenta que se repetia ad infinitnum numa das salas, me pareceu estranhamente hipnotizante.
Penso que tenho sido muito influenciada pelos quantos amigos artistas que fui arranjando neste último ano - estava a precisar duns e foram-me providenciados ;)
Graças a eles, começo a apreciar mais a arte, mesmo aquela que me parecia totalmente absurda e/ou ridícula. Mas atenção, ainda tenho os meus limites - guinchos de violino com ruídos electrónicos dum laptop (memória duma tarde de Verão no Bacalhoeiro) sai um bocado fora do meu conceito de música e nem todos os riscos pretos numa tela vazia conquistam o meu respeito.
Voltando ao CCB, o ambiente estava quente, havia boa música no ar, mas eu estava com a mãezinha e por isso não fiquei a curtir a night. Tirei umas quantas fotos (espero eu) artísticas e fui comer uns pastéis de Belém por volta da meia-noite. Não sou fã de Pastéis de Belém, mas estes souberam-me especialmente bem.
Mesmo assim foi instrutivo porque, do pouco que vi, pude aperceber-me que, ao contrário das minhas expectativas - de que iria achar tudo demasiado "artístico" (meaning: sem pés nem cabeça, nem ponta por onde se lhe pegasse) - até apreciei grande parte das obras. Mesmo o bizarro espectáculo silencioso de dança moderna em câmara lenta que se repetia ad infinitnum numa das salas, me pareceu estranhamente hipnotizante.
Penso que tenho sido muito influenciada pelos quantos amigos artistas que fui arranjando neste último ano - estava a precisar duns e foram-me providenciados ;)
Graças a eles, começo a apreciar mais a arte, mesmo aquela que me parecia totalmente absurda e/ou ridícula. Mas atenção, ainda tenho os meus limites - guinchos de violino com ruídos electrónicos dum laptop (memória duma tarde de Verão no Bacalhoeiro) sai um bocado fora do meu conceito de música e nem todos os riscos pretos numa tela vazia conquistam o meu respeito.
Voltando ao CCB, o ambiente estava quente, havia boa música no ar, mas eu estava com a mãezinha e por isso não fiquei a curtir a night. Tirei umas quantas fotos (espero eu) artísticas e fui comer uns pastéis de Belém por volta da meia-noite. Não sou fã de Pastéis de Belém, mas estes souberam-me especialmente bem.

