Já estou em Portugal!
Na verdade comecei a estar em Portugal no momento em que entrei no vôo da TAP e tive que aturar um grupo de portugueses que passaram a viagem toda a atirar chocolates, guardanapos e jornais por cima da cabeça das outras pessoas, a comunicarem aos berros duma ponta para a outra do avião, a beberem cervejas umas atrás das outras, a discutirem futebol fervorosamente, a queixarem-se que somos um país de falhados (percebe-se porquê) e a desrespeitarem todas as regras de segurança e pedidos insistentes das hospedeiras ao passearem pelo corredor nos momentos de descolagem e aterragem. Sim, comecei aí a lembrar-me do que era estar em Portugal...
Não falei ainda da festa da Sevelina, mas foi uma noite completamente doida. Depois de muitos copos e muita cavaqueira na casa dela, decidimos ir dançar noite dentro. Começámos por ir a um clube de salsa, mas passado nem meia hora fomos expulsos, porque só eu é que estava a beber (uma coca-cola!) e duas das outras raparigas adormeceram nos sofás (o que não estava a dar muito bom aspecto...). Mas depois disso ainda encontrámos um bar africano de onde conseguimos não ser expulsos e lá abanámos o traseiro com a batucada até de manhã. Pelo meio tivémos mil oportunidades de nos rirmos que nem perdidos e acabou por ser uma das noites mais divertidas de que tenho memória.
Ah, ia-me esquecendo! Participei num casting para um filme! Mas dessa brilhante experiência não tenho fotos para mostrar.
No mesmo bar onde me encontro com a Eva para jogarmos o New Amigos estavam a decorrer audições para um filme e depois de muito discutirmos e nos incentivarmos mutuamente, eu e os meus companheiros de jogo (éramos 4 naquela mesa) decidimos tentar a nossa sorte (a Eva recusou-se...diz que é tímida; eu pelos vistos já não sou!!?).
A audição era para uma curta-metragem em língua inglesa, supostamente a propósito da comemoração dos 50 anos da União Europeia. Queriam que improvisássemos um conflito entre 4 passageiros numa carruagem de comboio. O Stuart deveria fazer o papel dum fumador que não respeitava os outros passageiros e eu era uma passageira muito nervosa que lhe atirava os cigarros janela fora. A partir daí improvisámos uma bela duma guerra, mas os meus colegas de improviso estavam sempre a lixar-me em vez de entrarem no jogo de faz de conta comigo. Foi difícil manter-me séria e apesar de ter começado muito bem, às tantas já não conseguia parar de rir.
Está bem que fomos lá pelo gozo de termos esta história para contar aos nossos netos, mas mesmo assim não custava muito eles terem levado a experiência mais a sério. Quem sabe não nos revelámos excelentes actores e começávamos ali uma brilhante carreira? ;)
Já foi quase há duas semanas e não me telefonaram, por isso acho que posso dizer que não gostaram da minha representação :)
Na verdade comecei a estar em Portugal no momento em que entrei no vôo da TAP e tive que aturar um grupo de portugueses que passaram a viagem toda a atirar chocolates, guardanapos e jornais por cima da cabeça das outras pessoas, a comunicarem aos berros duma ponta para a outra do avião, a beberem cervejas umas atrás das outras, a discutirem futebol fervorosamente, a queixarem-se que somos um país de falhados (percebe-se porquê) e a desrespeitarem todas as regras de segurança e pedidos insistentes das hospedeiras ao passearem pelo corredor nos momentos de descolagem e aterragem. Sim, comecei aí a lembrar-me do que era estar em Portugal...
Não falei ainda da festa da Sevelina, mas foi uma noite completamente doida. Depois de muitos copos e muita cavaqueira na casa dela, decidimos ir dançar noite dentro. Começámos por ir a um clube de salsa, mas passado nem meia hora fomos expulsos, porque só eu é que estava a beber (uma coca-cola!) e duas das outras raparigas adormeceram nos sofás (o que não estava a dar muito bom aspecto...). Mas depois disso ainda encontrámos um bar africano de onde conseguimos não ser expulsos e lá abanámos o traseiro com a batucada até de manhã. Pelo meio tivémos mil oportunidades de nos rirmos que nem perdidos e acabou por ser uma das noites mais divertidas de que tenho memória.
Ah, ia-me esquecendo! Participei num casting para um filme! Mas dessa brilhante experiência não tenho fotos para mostrar.
No mesmo bar onde me encontro com a Eva para jogarmos o New Amigos estavam a decorrer audições para um filme e depois de muito discutirmos e nos incentivarmos mutuamente, eu e os meus companheiros de jogo (éramos 4 naquela mesa) decidimos tentar a nossa sorte (a Eva recusou-se...diz que é tímida; eu pelos vistos já não sou!!?).
A audição era para uma curta-metragem em língua inglesa, supostamente a propósito da comemoração dos 50 anos da União Europeia. Queriam que improvisássemos um conflito entre 4 passageiros numa carruagem de comboio. O Stuart deveria fazer o papel dum fumador que não respeitava os outros passageiros e eu era uma passageira muito nervosa que lhe atirava os cigarros janela fora. A partir daí improvisámos uma bela duma guerra, mas os meus colegas de improviso estavam sempre a lixar-me em vez de entrarem no jogo de faz de conta comigo. Foi difícil manter-me séria e apesar de ter começado muito bem, às tantas já não conseguia parar de rir.
Está bem que fomos lá pelo gozo de termos esta história para contar aos nossos netos, mas mesmo assim não custava muito eles terem levado a experiência mais a sério. Quem sabe não nos revelámos excelentes actores e começávamos ali uma brilhante carreira? ;)
Já foi quase há duas semanas e não me telefonaram, por isso acho que posso dizer que não gostaram da minha representação :)

