Pois é, não fui a Amesterdão como tinha dito, mas no sábado seguinte (logo, passado) fui a Wageningen. O Damien tinha que lá ir despedir-se duns amigos, antes de voltar para França e depois partir para a Turquia, e convidou-me, à Sevelina e à Mari - para irmos com ele.
A Universidade de Wageningen é a principal atracção, mas neste sábado havia algo mais com que nos entretermos.
A cidade estava mergulhada na comemoração do Dia da Libertação, uma festa de arromba que se estende literalmente por todas as ruas da cidade.
Parece que o fim da 2ª Guerra Mundial teve lugar nesta cidade a 5 de Maio de 1945. Por isso organizam por lá um desfile com pessoal trajado a rigor, jipes a condizer, veteranos hiper-medalhados e B52s a cruzar os ares, com aquele roncar de motores fascinante que nos transporta para os filmes de época.
Foi uma sensação estranha, observar aquele desfile. Havia no ar um sentimento contagiante de entusiasmo pela guerra, que sentimos que se propagava até a nós e o qual comentámos com algum desconforto.
Além do desfile, vimos toda a cidade e passeámos pelo incrivelmente bonito arboretum, conheci as famosas torres residenciais universitárias de Wageningen, dançámos até cair para o lado (bem, pelo menos eu dancei) e aproveitámos o lindo dia de sol e passámos também alguns bons momentos deitadinhos nos inúmeros relvados à beira rio. Soube-me a um dia no paraíso.
O Pedro perguntou-me se aproveitei o facto de estar na Holanda (perdão, nos Países Baixos, que Holanda é apenas uma região deste país) para fumar umas coisas... Como sempre, nem tal coisa me passou pela cabeça. Eu bem queria, juro que queria! Mas sou tão santinha que essas coisas nem me ocorrem. A certa altura eles foram todos para a tenda da shisha e dos narguilés e perguntaram-me se eu também queria ir, mas não vi qual era o interesse de ir com eles quando estava um DJ no palco a dar um show fabuloso. Então fiquei a dançar, debaixo das árvores e do sol radiante e no final penso que alcancei um estado de transe psicadélico bem mais intenso que algum deles experienciou fumando umas coisas.
Já tenho planos para voltar aos Países Baixos outras duas vezes, incluindo uma passagem por Amesterdão, pelo que irei ter oportunidade de aprofundar mais a minha impressão deste país que tem nome de vários países.
Por enquanto posso adiantar que os holandeses têm bom gosto para a música, sabem fazer festas de arromba que arrombam mesmo, pareceram-me todos muito parecidos (desculpem o pleonasmo, mas até parece que vestem todos a mesma roupa) e são ainda mais obcecados e perfeccionistas com os seus jardins que os belgas.
A Universidade de Wageningen é a principal atracção, mas neste sábado havia algo mais com que nos entretermos.
A cidade estava mergulhada na comemoração do Dia da Libertação, uma festa de arromba que se estende literalmente por todas as ruas da cidade.
Parece que o fim da 2ª Guerra Mundial teve lugar nesta cidade a 5 de Maio de 1945. Por isso organizam por lá um desfile com pessoal trajado a rigor, jipes a condizer, veteranos hiper-medalhados e B52s a cruzar os ares, com aquele roncar de motores fascinante que nos transporta para os filmes de época.
Foi uma sensação estranha, observar aquele desfile. Havia no ar um sentimento contagiante de entusiasmo pela guerra, que sentimos que se propagava até a nós e o qual comentámos com algum desconforto.
Além do desfile, vimos toda a cidade e passeámos pelo incrivelmente bonito arboretum, conheci as famosas torres residenciais universitárias de Wageningen, dançámos até cair para o lado (bem, pelo menos eu dancei) e aproveitámos o lindo dia de sol e passámos também alguns bons momentos deitadinhos nos inúmeros relvados à beira rio. Soube-me a um dia no paraíso.
O Pedro perguntou-me se aproveitei o facto de estar na Holanda (perdão, nos Países Baixos, que Holanda é apenas uma região deste país) para fumar umas coisas... Como sempre, nem tal coisa me passou pela cabeça. Eu bem queria, juro que queria! Mas sou tão santinha que essas coisas nem me ocorrem. A certa altura eles foram todos para a tenda da shisha e dos narguilés e perguntaram-me se eu também queria ir, mas não vi qual era o interesse de ir com eles quando estava um DJ no palco a dar um show fabuloso. Então fiquei a dançar, debaixo das árvores e do sol radiante e no final penso que alcancei um estado de transe psicadélico bem mais intenso que algum deles experienciou fumando umas coisas.
Já tenho planos para voltar aos Países Baixos outras duas vezes, incluindo uma passagem por Amesterdão, pelo que irei ter oportunidade de aprofundar mais a minha impressão deste país que tem nome de vários países.
Por enquanto posso adiantar que os holandeses têm bom gosto para a música, sabem fazer festas de arromba que arrombam mesmo, pareceram-me todos muito parecidos (desculpem o pleonasmo, mas até parece que vestem todos a mesma roupa) e são ainda mais obcecados e perfeccionistas com os seus jardins que os belgas.


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