As minhas férias foram curtas mas enriquecedoras. Depois de tanta indecisão quanto aos festivais (vou? não vou?), lá acabei por - numa decisão de última hora - ir ao Festival Andanças com a Rita.
Confesso que o que pesou mais na minha decisão foi o facto de pelo menos para o Andanças eu ter companhia e a certeza de lá encontrar mais umas quantas caras conhecidas, enquanto que se tivesse ido ao Sudoeste sozinha ia acabar por ser invadida pela melancolia entre um concerto e outro, desperdiçando o gozo sentido pelo meio.
O Andanças é mesmo fixe. O ambiente é electrizante, as pessoas irradiam alegria, mesmo o mais tímido dá por si a suar em bica ao som de ritmos tribais africanos ou a dançar músicas belgas com um perfeito estranho que lhe surgiu pela frente, para depois dar por si numa roda a fazer dança do ventre.
Desconfio que vou passar a ser frequentadora habitual destas "andanças".
Logo de seguida passei uns diazinhos com o Pedro em Belver/Gavião, perto de Abrantes, e em Coutada, perto da Covilhã. Quanto à Coutada, nada a assinalar - terra de emigrantes, chalés kitsch em cada colina, língua oficial: frantuguês, paisagem totalmente degradada à base de plantações de eucalipto e pinheiro alternadas por áreas queimadas e desertificadas... Nem me dei ao trabalho de tirar fotos. Já a zona de Belver e Gavião vale bem a pena uma visitinha. Até canoagem fizémos.
Confesso que o que pesou mais na minha decisão foi o facto de pelo menos para o Andanças eu ter companhia e a certeza de lá encontrar mais umas quantas caras conhecidas, enquanto que se tivesse ido ao Sudoeste sozinha ia acabar por ser invadida pela melancolia entre um concerto e outro, desperdiçando o gozo sentido pelo meio.
O Andanças é mesmo fixe. O ambiente é electrizante, as pessoas irradiam alegria, mesmo o mais tímido dá por si a suar em bica ao som de ritmos tribais africanos ou a dançar músicas belgas com um perfeito estranho que lhe surgiu pela frente, para depois dar por si numa roda a fazer dança do ventre.
Desconfio que vou passar a ser frequentadora habitual destas "andanças".
Logo de seguida passei uns diazinhos com o Pedro em Belver/Gavião, perto de Abrantes, e em Coutada, perto da Covilhã. Quanto à Coutada, nada a assinalar - terra de emigrantes, chalés kitsch em cada colina, língua oficial: frantuguês, paisagem totalmente degradada à base de plantações de eucalipto e pinheiro alternadas por áreas queimadas e desertificadas... Nem me dei ao trabalho de tirar fotos. Já a zona de Belver e Gavião vale bem a pena uma visitinha. Até canoagem fizémos.


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